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Mostrando postagens com o rótulo Autonomia

De que forma a força muscular influencia a longevidade e a autonomia de mulheres com mais de 60 anos?

  Exercícios de fortalecimento ajudam a prevenir quedas e manter a independência na rotina. Manter a força muscular pode ser tão importante quanto caminhar regularmente para mulheres que desejam viver mais e com independência após os 60 anos. Um estudo recente com mais de cinco mil mulheres revelou que aquelas com maior força nas mãos e nas pernas apresentaram risco significativamente menor de morte ao longo de oito anos de acompanhamento, mesmo quando outros fatores como atividade física e peso corporal foram considerados. Os achados reforçam que fortalecer os músculos não é apenas uma questão estética, mas uma estratégia essencial para envelhecer com saúde e autonomia. Por que a força muscular diminui com a idade e por que isso importa? A partir dos 30 anos, o corpo começa a  perder massa muscular de forma gradual , e essa perda se acelera significativamente depois dos 60. Quando os músculos enfraquecem, atividades simples como levantar de uma cadeira, carregar sacolas ou su...

Geração 50+ redefine conceito de envelhecer

  Com mais de 50 milhões de brasileiros acima dos 50, medicina funcional integrativa ganha espaço ao focar em longevidade com autonomia Trata-se de uma parcela interessada em manter desempenho físico e cognitivo ao longo das próximas décadas crédito: Drazen Zigic/FreePik O Brasil atravessa uma transformação demográfica histórica. Dados recentes do IBGE mostram que a população com 60 anos ou mais já representa cerca de 15,6% dos brasileiros, enquanto o grupo de 15 a 24 anos corresponde a aproximadamente 14,8%. Além disso, o país já soma mais de 50 milhões de pessoas acima dos 50 anos — um contingente que cresce de forma acelerada e redefine  prioridades em saúde , mercado de trabalho e qualidade de vida. O aumento da expectativa de vida — atualmente acima dos 76 anos — reflete avanços na ciência, na tecnologia e nas condições de saúde pública. Mas viver mais já não é suficiente. A nova geração 50+ quer viver melhor. Segundo a ginecologista  Lorena Galaes , diretora da Inte...

Envelhecer é inevitável, mas envelhecer bem é uma escolha

Por Thais Jorge, diretora da Bradesco Saúde “A primeira pessoa que viverá até os 150 anos já nasceu.” A frase do pesquisador de Harvard David Sinclair, referência mundial em longevidade, chama atenção para o futuro da medicina e da biotecnologia. Mas, enquanto essa previsão ainda pertence ao campo das possibilidades, o desafio presente é outro: de que adianta viver 100, 120 ou 150 anos sem qualidade de vida, sem mobilidade, autonomia ou equilíbrio emocional? O Brasil vive um processo acelerado de envelhecimento. Segundo o IBGE, quase 30% da população — mais de 66 milhões de pessoas — terá mais de 60 anos em 2050. O Censo de 2022 registrou quase 38 mil centenários no país, e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aponta que mais de 11 mil deles têm plano de saúde — número crescente para um grupo antes pouco expressivo. Esse cenário nos leva a refletir sobre o cuidado com a saúde e o modo como planejamos o futuro. Thais Jorge Longevidade, afinal, não é apenas sobre viver ...

Inteligência artificial e longevidade: como a tecnologia pode transformar a velhice

  Inteligência artificial e longevidade: como a tecnologia pode transformar a velhice Robôs, assistentes e sensores ajudam idosos a viver com mais autonomia, segurança e qualidade de vida Robôs podem auxiliar idosos a organizar rotina, lembrar remédios e manter a mente ativa (Adobe Stock) Visualize um senhor de 80 anos, viúvo, vivendo sozinho em seu apartamento. Todas as manhãs, ele recebe um lembrete gentil sobre os remédios. No almoço, escuta uma música que traz boas lembranças da juventude. À tarde, tem alguém para conversar, ainda que essa “pessoa” viva dentro de uma tela ou tenha formato de robô. Pois saiba que isso já é realidade em muitos lugares do mundo. A tecnologia, mais especificamente a inteligência artificial, está se tornando uma grande aliada da longevidade. E isso não significa criar robôs com superpoderes, mas desenvolver sistemas e assistentes que possam facilitar a vida de quem está envelhecendo. Pense nesses sistemas como uma terceira mão. Não substituem a famí...

Longevidade deve estar aliada a uma vida saudável - Por Sergio Takemoto

  Longevidade deve estar aliada a uma vida saudável - Por Sergio Takemoto Atenta ao envelhecimento da população, a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) vem adotando, ao longo dos anos, ações que promovem qualidade de vida A expectativa de vida dos brasileiros aumentou significativamente nas últimas décadas. Para muitas pessoas, esse conceito está associado apenas a viver mais, e poder chegar aos 80, 90 e até 100 anos de idade. No entanto, a longevidade vai além da quantidade de aniversários: significa viver uma vida longa com qualidade, priorizando não apenas os anos vividos, mas também a saúde física, mental e o bem-estar. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2023, mostra que a expectativa de vida no país chegou a 76,4 anos, superando o patamar pré-pandemia da Covid-19. Na prática, uma pessoa nascida no Brasil naquele ano tinha expectativa de viver, em média, até os 76,4 anos — um acréscimo de 11,3 meses em relação...

Envelhecimento ativo é manter-se saudável, diz médico a Dr. Kalil

  Envelhecimento ativo é manter-se saudável, diz médico a Dr. Kalil Alexandre Kalache explica que o envelhecimento ativo pressupõe manter o mais alto grau possível de saúde, mesmo com doenças controladas, permitindo participação social O conceito de envelhecimento ativo surge como uma alternativa mais abrangente ao termo "envelhecimento saudável", conforme explicou Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil, em entrevista ao  CNN Sinais Vitais . A principal diferença está na perspectiva sobre como lidar com possíveis condições de saúde durante o processo de envelhecimento. Kalache destaca que o envelhecimento ativo não exclui a possibilidade de conviver com doenças crônicas, desde que estejam devidamente controladas. "Você pode ter uma hipertensão, uma diabetes que está controlada, mas você continua ativo, participando ativamente da sociedade", ressalta. Participação social e controle de saúde O especialista enfatiza que o conceito d...

Atividade física: estímulo natural antienvelhecimento

  Atividade física: estímulo natural antienvelhecimento Exercício físico regular, como caminhada, renova naturalmente os vasos sanguíneos e linfáticos, mecanismo fundamental para manter a vitalidade dos tecidos e restaurar funções que se enfraquecem com a idade À medida que a idade avança, o corpo perde gradualmente funções essenciais: os vasos sanguíneos tornam-se menos eficientes, a imunidade enfraquece e a capacidade de reparo dos tecidos diminui. Essas mudanças, que abrem caminho para doenças cardiovasculares, redução muscular, inflamação crônica e declínio cognitivo, entre outras, podem ser combatidas com uma ferramenta acessível e potente, segundo um estudo publicado no  Chinese Medical Journal : o exercício físico.  Liderados por Junjie Xiao, pesquisador da Universidade de Xangai, na China, os pesquisadores fizeram uma revisão da literatura científica recente sobre o assunto. Eles concluíram que o exercício atua como um estímulo fisiológico natural, capaz de ativar...

'Viver mais e melhor': Alexandre Kalache lança livro em BH

  'Viver mais e melhor': Alexandre Kalache lança livro em BH A obra "A revolução da longevidade" será lançada na próxima quinta (6/11), a partir das 18h30, na Livraria Jenipapo, na Savassi O mundo nunca envelheceu tão rápido. Em 1960, a expectativa de vida no Brasil era de aproximadamente 50 anos. Hoje, já ultrapassa os 76, e em poucas décadas, quase 40% da população terá mais de 60 anos. Esse dado, apresentado por Alexandre Kalache, é base para o seu novo livro “A revolução da longevidade”, que acaba de ser lançado pela Editora Vestígio. A obra será lançada em Belo Horizonte na próxima quinta (6/11), a partir das 18h30, na Livraria Jenipapo, na Savassi. Na oportunidade, o autor participa de um papo com a jornalista Roberta Zampetti. Geriatra e ex-diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Kalache revela não apenas o impacto demográfico dessa mudança, mas a necessidade de repensar como envelhecemos e como a sociedade se prepara para isso. Na publicação, ele convid...