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Mostrando postagens com o rótulo Planejamento

Provérbio chinês: “O melhor momento para plantar uma árvore foi há 20 anos. O segundo melhor momento é agora.”

  A primeira parte lembra que resultados sólidos dependem de decisões consistentes tomadas antes O provérbio  “O melhor momento para plantar uma árvore foi há 20 anos. O segundo melhor momento é agora”  aparece em conversas sobre mudanças de vida, finanças, estudos e meio ambiente. Ele destaca a importância de agir no presente, em vez de focar apenas no arrependimento pelo que não foi feito no passado. O que esse provérbio realmente quer dizer? A primeira parte lembra que resultados sólidos dependem de decisões consistentes tomadas antes. Quem plantou uma “árvore” há 20 anos hoje colhe sombra, frutos e estabilidade, como ocorre com estudo contínuo, cuidado com a saúde ou planejamento financeiro. Ao mesmo tempo, a “árvore” simboliza projetos adiados, hábitos saudáveis nunca iniciados ou relações negligenciadas. A frase reconhece que o passado não muda, mas ficar preso à culpa impede qualquer avanço concreto. Provérbio chinês: “O melhor momento para plantar uma árvore ...

Longevidade muda negócios: lições com Patricia Freitas

Reprodução: Unsplash Preparar-se para uma sociedade que vive mais é, ao mesmo tempo, desafio e oportunidade. Negócios que compreendem essa transformação tendem a construir relevância duradoura Viver mais deixou de ser exceção estatística e passou a ser tendência estrutural. A expectativa de vida aumenta, as  carreiras  se estendem e as famílias se reorganizam. O impacto vai muito além da saúde: atinge produtos, serviços, comunicação e estratégia empresarial. No novo episódio do podcast  Café com ADM , Patricia Freitas, CEO da Prudential do Brasil, analisa como a longevidade está redesenhando o ambiente de Negócios. Conforme debatido ao longo da conversa, o envelhecimento populacional não representa apenas desafio previdenciário, mas transformação profunda na jornada de consumo e no planejamento financeiro. Empresas que não incorporarem essa variável em suas decisões estratégicas correm o risco de se tornarem irrelevantes em médio prazo. Longevidade como variável estratégi...

Brasil enfrenta envelhecimento acelerado e pressão sobre a Previdência

Brasil enfrenta envelhecimento acelerado e pressão sobre a Previdência Número de idosos no Brasil dobra em 20 anos e desafia a gestão pública, que vê o deficit da Previdência crescer junto com a queda da taxa de natalidade. Falta de estrutura das cidades põe em risco a saúde e a segurança dessa fatia da população população de 34,1 milhões de idosos em 2024, segundo a última atualização do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - (crédito: DINO) O Brasil atravessa uma transformação demográfica que deve mudar o funcionamento econômico e da sociedade civil como um todo. Com uma população de 34,1 milhões de idosos em 2024, segundo a última atualização do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) — contingente que dobrou nas últimas duas décadas —, o país vê sua pirâmide etária se inverter em tempo real. No entanto, esse amadurecimento populacional traz à tona lacunas e entraves em um país que ainda não se desenvolveu suficientemente para oferecer dignidade e in...

O que acontece com seu cérebro quando você se aposenta?

O que acontece com seu cérebro quando você se aposenta? É difícil permanecer mentalmente ágil e saudável durante essa importante transição; planejamento cuidadoso é a chave Planejar e começar atividades antes da aposentadoria pode fazer bem à saúde — Foto: Pixabay Para os milhões de pessoas que se aposentam a cada ano, tirar uma folga do trabalho pode parecer uma merecida pausa. Mas também pode causar grandes mudanças na saúde do cérebro, incluindo um risco aumentado de declínio cognitivo e depressão. — Antes de se aposentar, você acorda de manhã, socializa com seus colegas e lida com os desafios mentais do trabalho — diz Ross Andel, professor da Arizona State University que estuda envelhecimento cognitivo e aposentadoria. — De repente, depois dos 60 anos, você perde essa rotina — acrescenta. Existe a ideia de que o corpo e o cérebro se adaptam quando não são mais necessários, diz ele: — É quando se observa a deterioração e sua resposta natural à inatividade. Mas a aposentadoria também...