Manter a vida social ativa fortalece a saúde e pode ajudar a prevenir doenças, apontam especialistas
Os impactos das relações sociais são sistêmicos e atingem diferentes aspectos da saúde do idoso Por Julia Fernandes* — Rio de Janeiro aaa — Foto: Unsplash O passar dos anos, a aposentadoria, a saída dos filhos de casa e as perdas naturais do envelhecimento podem deixar a rotina de muitos idosos mais solitária. Especialistas alertam, no entanto, que manter uma vida social ativa ultrapassa o bem-estar emocional: o convívio frequente pode fortalecer a saúde física e mental, além de ajudar na prevenção de doenças neurocognitivas, como a demência e o Alzheimer. A psicóloga Ana Teresa Mendes explica que os impactos de uma vida social ativa são sistêmicos e atingem diferentes aspectos da saúde do idoso. Segundo ela, do ponto de vista emocional, o sentimento de pertencimento ajuda a reduzir os níveis de cortisol, conhecido como hormônio do estresse, diminuindo sintomas de ansiedade e depressão. Ela destaca que a convivência social contribui para a saúde física, já que estimula desl...