Corpos ultramagros ganham status de "envelhecer bem" entre mulheres maduras e levantam um alerta sobre saúde, menopausa e longevidade Magreza extrema — Foto: Getty Images Enquanto celebramos a potência da maturidade feminina e aplaudimos a presença cada vez mais frequente (e de destaque) de mulheres maduras em ambientes antes dominados pela juventude, começa a surgir uma nova discussão: a magreza extrema virou o novo Graal da longevidade? Exibir costelas aparentes, clavículas salientes e braços finíssimos é o novo símbolo de status de mulheres 50, 60, 70+? “A estética ultramagra voltou ao centro da cultura visual contemporânea, mas agora sob uma nova roupagem”, diz a endocrinologista Tassiane Alvarenga, certificada em menopausa pela Menopause Society . “Hoje, essa transformação corporal acontece em paralelo ao avanço das terapias metabólicas, ao crescimento da medicina da longevidade e à intensa medicalização do corpo feminino.” Outra diferença é que essa estética magérrima...
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