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O alerta deste especialista em longevidade: "A solidão acelera o envelhecimento tanto quanto comer mal ou não fazer exercícios"

 

O alerta deste especialista em longevidade: "A solidão acelera o envelhecimento tanto quanto comer mal ou não fazer exercícios"

A chave para a longevidade não está em suplementos caros nem em terapias futuristas.

Solidão faz mal de verdade: manter a vida social ativa ajuda a reduzir o estresse e preservar a vitalidade. /
Solidão faz mal de verdade: manter a vida social ativa ajuda a reduzir o estresse e preservar a vitalidade. /
Foto: @Shutterstock / Minha Vida

Após a aposentadoria, começa um período de adaptação à nova rotina — uma fase que pede novas formas de ocupar o tempo e manter o bem-estar. Especialistas em longevidade, como Dan Buettner, reforçam a importância de criar hábitos e rotinas saudáveis para se adaptar a essa etapa da vida.

Entre os maiores desafios desse momento está a solidão. Em alguns casos, ela surge pela ausência de um convívio familiar próximo; em outros, pela transição de uma vida ativa, repleta de compromissos profissionais, para uma rotina com menos interação social.

É aí que o tédio crônico pode aparecer — e, junto com ele, a sensação de vazio. Esse quadro é preocupante: quanto mais monótono e solitário for o dia a dia, menor tende a ser a expectativa de vida. Estudos, como o publicado no Journal of the American College of Cardiology: Advances, apontam que o isolamento está ligado ao envelhecimento biológico precoce.

Isso significa que o corpo pode envelhecer mais rápido do que o esperado, aumentando o risco de doenças e de morte precoce. Essa ideia também é defendida pelo especialista em longevidade Sebastián de la Rosa, que costuma abordar o tema em seus vídeos nas redes sociais.

Publicado originalmente em https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/o-alerta-deste-especialista-em-longevidade-a-solidao-acelera-o-envelhecimento-tanto-quanto-comer-mal-ou-nao-fazer-exercicios,0bcb117bc5c61ab2f46f5edae179e3dc6vq82ddl.html#google_vignette

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