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Um novo estudo científico pode mudar completamente a maneira como consumimos proteínas após o treino

 

Pesquisa revela que doses maiores de proteína podem estimular a síntese muscular por mais tempo do que se imaginava

yacobchuk/Gettyimages
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Foto: Minha Vida

Na literatura científica, de tempos em tempos surgem pesquisas capazes de alterar o paradigma vigente. Foi o que aconteceu com um novo estudo que mostra que a resposta anabólica à ingestão de proteínas durante a recuperação após o exercício não tem um limite máximo de magnitude ou duração.

Até agora, acreditava-se que consumir mais de 40 gramas resultava em oxidação de proteínas. No entanto, neste caso, verificou-se que, ao ingerir 100 gramas, a síntese proteica foi ainda maior — tanto em tempo quanto em absorção. Isso indica que é possível estimular o crescimento muscular sem a necessidade de fracionar a ingestão em pequenas doses ao longo do dia, mas sim consumindo quantidades maiores em menos momentos.

A proteína não tem o limite que imaginávamos

Nossa musculatura alterna constantemente entre dois processos: a síntese de proteínas musculares e a degradação de proteínas musculares. A síntese é responsável pelo ganho de massa muscular, pois corresponde a um processo de construção, ou anabolismo.

Já a degradação é o mecanismo que buscamos evitar na maior parte do tempo, pois representa a destruição, ou catabolismo. O equilíbrio positivo em direção à síntese é o que define se haverá hipertrofia muscular ou perda de tecido muscular.

Para estimular a síntese de proteínas, basicamente temos duas estratégias: praticar exercícios de força e garantir a ingestão adequada de proteínas na dieta.

Publicado originalmente em https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/degusta/um-novo-estudo-cientifico-pode-mudar-completamente-a-maneira-como-consumimos-proteinas-apos-o-treino,ed32b70c48d02fec9b23604105fbcd6355fpplcp.html#google_vignette

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