Criado por FAPESP, Unicamp e Samsung, o Viva Bem desenvolverá algoritmos e tecnologias de IA embarcadas nesses dispositivos para detectar sinais de Parkinson e outras condições antes mesmo do surgimento dos sintomas O foco das pesquisas será o desenvolvimento de algoritmos e tecnologias de IA que sejam embarcáveis; ou seja, que rodem diretamente no relógio ou anel inteligente, visando permitir um processamento eficiente e em tempo real (imagem: Samsung/divulgação) Elton Alisson | Agência FAPESP – Os relógios e anéis inteligentes costumam ser vistos apenas como acessórios para contar passos, calorias ou monitorar o sono, mas no Viva Bem: inteligência artificial para saúde e bem-estar eles são considerados peças-chave para o avanço da medicina preventiva. O novo Centro de Pesquisa Aplicada (CPA), fruto de uma parceria entre FAPESP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Samsung, vai usar inteligência artificial para transformar esses dispositivos em ferramentas de diag...
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